segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Dilma e Lula participam de grande comício com Fernando Haddad nesta segunda



Dilma e Lula com Haddad na campanha pela prefeitura paulistana

Grande ato da campanha do candidato petista será em Itaquera e reunirá lideranças nacionais


A presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula participam nesta segunda-feira (1º) junto com o candidato do PT à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, de um grande comício em Itaquera
Também estará presente a ex-prefeita de São Paulo e atual ministra da Cultura, Marta Suplicy, além de lideranças nacionais e estaduais do PT.
O Grande Comício será realizado na Praça Brasil, na Cohab José Bonifácio, em Itaquera.
O site oficial do candidato petista (www.pensenovo.com.br) transmite o ato ao vivo pelo Pense Novo TV, a partir das 16h.
Os interessados também poderão assistir a cobertura do @PenseNovoTV, com a hashtag #DilmaNaRuaComHaddad, e do Face do Haddad.

Na reta final, PT aposta na Onda Vermelha em Recife


Os candidatos do PT à Prefeitura do Recife, Humberto Costa e João Paulo, lançaram novo vídeo para internet falando sobre os avanços do PT no Recife e apostando na Onda Vermelha nos últimos dias da eleição.
 Além de falar de obras importantes, os petistas no vídeo admitem que o ritmo da mudança desacelerou nos últimos quatro anos, mas que as ações serão retomadas com Humberto e João Paulo.    

Ajude a aposentar o pior político do Brasil


No Blog da Cidadania por Eduardo Guimarães

A próxima eleição em São Paulo é só mais uma em um país que tem cinco mil municípios, mas vem sendo discutida de Norte a Sul, de Leste a Oeste. Isso se deve ao fato de que o segundo colocado na eleição presidencial de 2010, um político que conta com o apoio desabrido de toda a grande imprensa, participa da disputa pela prefeitura paulistana.
Ex-deputado, ex-senador, ex-ministro, ex-prefeito, ex-governador, com uma carreira política que remonta a cerca de meio século, José Serra, a esta altura, deveria estar prestes a vencer no primeiro turno a eleição para prefeito de São Paulo. Todavia, é bem provável que chegue em terceiro lugar.
Serra conta com um apoio da grande mídia que, no pós-redemocratização, só o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso teve igual. Colunistas de jornais como O Globo, Folha de São Paulo, Estadão e revista Veja se desmancham em elogios a ele e qualquer denúncia contra si é sumariamente ocultada do grande público, sobressaindo apenas na internet.
A explicação para sua fragilidade eleitoral justamente na cidade em que deveria ser mais forte, no entanto, reside em sua péssima atuação como governador e prefeito e por ter legado à capital paulista um prefeito rejeitado pela população paulistana como poucos foram até hoje.
Apesar de São Paulo, sob Gilberto Kassab e Serra, ter piorado em todos os aspectos, um deles pode ser o fator determinante para sua débâcle política: o aumento exponencial da população de rua nos últimos oito anos. Essa gente que parece morta-viva e que vaga pela cidade causa muita vergonha ao paulistano.
Isso se dá porque Serra, em 2005, iniciou um processo higienista que visava “limpar” o centro expandido. Abrigos para sem-teto foram fechados no centro e reabertos nas franjas da cidade, obras públicas foram executadas por todo o centro visando impedir que a população de rua dormisse pelas ruas.
A medida teve um efeito contrário. Se até 2004 o problema da população de rua vinha sendo controlado pela ex-prefeita Marta Suplicy através de programas sociais que vinham resgatando essas pessoas da miséria, oferecendo cursos de capacitação, tratamento psiquiátrico e abrigos dignos, com o abandono do social pela gestão demo-tucana tudo isso se esboroou.
Drogada, suja, doente, psicótica, essa população abandonada por Deus e pelo Estado usa as ruas como banheiro, consome drogas, rouba e assalta. Ou, então, simplesmente vegeta. A São Paulo de hoje, pois, dá vergonha ao seu povo. E também dá raiva.
A posição cadente de Serra na disputa eleitoral paulistana deriva, em boa parte, desse fenômeno. E também porque se trata de um político que utiliza métodos sujos contra os adversários como fabricação de dossiês em ritmo industrial, invenção de calúnias, tudo com apoio de dois grandes jornais e de uma revista semanal – Folha, Estadão e Veja.
Além disso, Serra ainda conta com um grande instituto de pesquisas eleitorais que se recusa a registrar seu terceiro lugar na disputa pela prefeitura apesar de que todas as outras pesquisas dão conta de que segue em trajetória cadente.
Seja como for, a política brasileira, em míseros seis dias, pode receber uma das melhores notícias das últimas décadas. Se de fato Serra não passar ao segundo turno da eleição paulistana, sua carreira política estará encerrada – até para evitar novos vexames.
Fernando Haddad e Celso Russomano poderiam perder a eleição que não significaria nada. Aliás, sairão de 2012 com um gordo cacife eleitoral. Estarão habilitados a disputar qualquer cargo público nos próximos anos. Ambos têm carreiras políticas promissoras pela frente.
Já Serra, se não vencer, estará politicamente morto. Sua aposentadoria seria certeza absoluta. A democracia brasileira, então, estaria livre do político que mais joga sujo hoje em dia. E, como se não bastasse, a oposição estará em uma sinuca de bico, pois, ao contrário do PT, não se renovou.
À exceção de Serra, a oposição não dispõe de nomes promissores. Aécio Neves, a alternativa que a direita vê ao tucano paulista, tem uma ficha para lá de complicada, cheia de escândalos, e se porta como um playboy de 20 anos, metendo-se em bebedeiras e otras cositas más.
Aposentar Serra, portanto, é aposentar uma forma de fazer política que tem atrapalhado muito o Brasil, pois sua falta de propostas e de conteúdo o obriga a apelar para denuncismo, o que empobrece a política, reduzindo-a a um processo policialesco que priva o eleitor de examinar os projetos administrativos dos partidos.
Sondagens estatísticas do eleitorado dizem que Serra deve terminar a eleição em terceiro lugar, mas como a diferença para Haddad ainda é pequena será preciso trabalhar duro até domingo que vem.
A você que não é de São Paulo, portanto, roga-se que colabore para que dentro de seis dias o país se livre daquele que, de longe, é o pior político brasileiro da atualidade. Na internet, qualquer um pode atuar em qualquer parte do país. Manifestando sua opinião sobre essa ameaça à democracia que é José Serra, você pode livrar o Brasil dele.

Análise: 

Eu não moro em São Paulo, mas participo de bom grado desta campanha.


Imagina se não tivesse tirado


JULGAMENTO E ELEIÇÕES






O colunista Fernando Rodrigues escreve na Folha – caderno Poder específico para eleições – que o mensalão tirou “10% dos votos que iriam para Haddad” em São Paulo.

Ele diz que o julgamento dos réus políticos nesta semana será noticiado todos os dias nos telejornais. 


“Se algum candidato vier a perder voto de maneira mais robusta (...), o Datafolha indica que esse político será Fernando Haddad”.






Análise:

Ou realmente o PIG está fora da realidade, ou investe na tática de Goebells de "contar uma mentira mil vezes para ela se tornar realidade".

Não querendo tirar o mérito de que o julgamento causa constrangimento nas candidaturas do PT, não vejo nele o "estrago" que o PIG desejava, quando agendou o Julgamento da AP 470 para coincidir com o 1º turno das eleições municipais.

O Fato é que o Haddad está numa ascenção... Só não identificada nas pesquisas do instituto da ditabranda!



Tudo pronto: O PIG ja condenou, precisa só da assinatura do Barbosa


 As fotos de Zé Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares no Correio Braziliense dizem muito a respeito da disposição midiática em relação aos políticos que, dizem todos os jornais, serão julgados esta semana, acusados de comprar apoio no Congresso.

Eles aparecem com expressões desagradáveis, contrariadas.

Não é diferente a opção visual da matéria do Estadão – ainda que com menos ênfase que o Correio.

Não se trata de coincidência ou de fato menor: as escolhas visuais atingem diretamente o leitor, e não necessariamente de modo racional. 


São determinantes para se construir os personagens, entre heróis e vilões – em se tratando de uma grande narrativa, muito longe de ser apenas técnica, e sim novelesca.

Nos textos, o do Estadão é um dos que têm maior relevância, por detalhar a linha de argumentação de Joaquim Barbosa em relação a Dirceu.

- Barbosa vai construir seu voto destacando a ascendência de Dirceu sobre o grupo. Vai demonstrar o papel do ex-ministro na montagem da base de apoio ao governo Lula e sua posição de superioridade em relação aos dirigentes petistas. Destacará os encontros mantidos por Dirceu com outros réus (...) já condenados em outros capítulos.

Note-se que os jornais já dão como favas contadas que os três políticos serão condenados. Com um mínimo de dúvida em relação às penas para José Genoino. E que, diante disso, avançam o sinal em relação a quem não é réu: Luiz Inácio Lula da Silva.

Isto fica claro no editorial do próprio Estadão. O jornal faz um texto (muito bem escrito) intitulado “A absolvição da política”, com uma construção complexa. A ideia é dizer que nem todos os políticos são iguais. E, em meio a essa mensagem (que poucos contestarão), embutir o próprio Lula num rol de políticos envolvidos com ilícitos.

Vejamos:

- Com isso, ficará assente de uma vez por  todas que o mensalão não foi um acerto espúrio entre partidos, mas a expressão de uma política deliberada do governo Lula.

Curioso notar que, em artigo na Folha, Joaquim Falcão (professor de direito constitucional da FGV-Rio) explica que, pelo Direito Penal, os corruptores são indivíduos. “Não pode ser o Partido dos Trabalhadores”, afirma.

Com discursos legalistas (quando convém), os jornais não se acanham de condenar, por corrupção ativa, um governo e seu presidente – mesmo que este não seja réu.

Observe-se, por exemplo, o destaque dado pelo Painel (seção Tiroteio) a frase de Alberto Goldman: “O STF está provando que Lula montou uma quadrilha”.

Ou a repercussão com destaque, na própria Folha (e no blog de Ricardo Noblat), de frase de José Serra: “Aqui não tem padrinho. O último filme que vi com esse título é dos anos 70, ‘O Poderoso Chefão’”.

Análise: 


O jogo está pesado na reta final do primeiro turno. 

Mas o processo de desconstrução da imagem de Lula mira mais além.


No PIG hoje!



DESTAQUES

As críticas ao comportamento de Joaquim Barbosa nas sessões do STF chegaram a um editorial. 

A Folha de S.Paulo de hoje diz que as intervenções do relator “parecem motivadas mais por inconformismo a
priori com o dissenso e podem facilmente ser confundidas com
tentativas de intimidação”. 

Para o jornal, isso tem criado “trocas de palavras constrangedoras entre os ministros da corte, o que decerto
não contribui para fixar a imagem de um processo ponderado”.


Em artigo no Valor, o professor de Direito da USP Renato de Mello Jorge Silveira aponta uma certa banalização de alegação de crime de quadrilha, “como se todo crime em concurso de pessoas representasse, de fato, uma quadrilha”.

Ele diz que o voto da ministra Rosa Weber, 
acompanhado pela ministra Cármen Lúcia, deixou evidente “uma substancial diferença entre uma formação de quadrilha clássica e um simples ajuntamento criminoso”.  


Serra ataca repórter e distorce RBA para justificar antipatia por imprensa livre



São Paulo – O candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, inventou sua versão para explicar a própria truculência contra o reporter da RBA (leia aqui), região central de São Paulo. 

Como se não houvesse áudio e vídeo a desmenti-lo, o tucano emitiu um comunicado culpando o PT e a CUT por ter chamado de “sem-vergonha” um profissional jornalístico. 
Em nota intitulada  “PT envia repórter para tumultuar coletiva de Serra”, o candidato atribui o fato a uma “nova, e lamentável, estratégia eleitoral” petista. Quando perguntado sobre uma proposta para o ensino técnico, o candidato recorreu a uma antiga estratégia de questionar o veículo de comunicação ao qual pertence o repórter. A depender daquilo que ouve, o tucano segue ou não em sua explanação. Em 2010, quando foi derrotado na disputa pela Presidência da República, ele pediu desculpas por ter interpelado um profissional da Rede Globo.  
Hoje, ao saber que se tratava de um profissional da RBA, fez um gesto de desdém e ameaçou encerrar a entrevista. Após responder a mais uma pergunta, foi questionado por um profissional do programa televisivo CQC, da Band, sobre não ter um plano de governo às vésperas das eleições. O candidato negou que não tenha um projeto de administração, afirmando que exibe suas ideias na televisão e no rádio, e deu a conversa por encerrada. O repórter da RBA perguntou, então, se Serra só responde “perguntas favoráveis à sua campanha”, o que irritou o tucano: “Eu não respondo pergunta de sem-vergonha. É só isso.”
“Serra tem o hábito de responder apenas ao que lhe agrada, mas parece ter dificuldade de lidar com a liberdade de imprensa. É uma postura autoritária. Se é despreparado para ouvir críticas, revela nessas situações seu desapreço pela democracia e pela liberdade de imprensa”, afirmou o diretor da RBA, Paulo Salvador. 
Horas depois, ao notar a repercussão negativa do caso, o tucano emitiu nota na qual acusa o profissional de adotar “tom agressivo”. A quem queira tirar os próprias conclusões, (ouça o áudio) abaixo há de ajudar. “Antes de entrar no carro, o candidato ainda foi xingado pelo jornalista da CUT”, diz o comunicado do PSDB. Novamente, convida-se a conhecer o áudio ou, a quem deseje formar opinião a partir de uma terceira fonte de informação, o vídeo divulgado pelo Vídeo R7 Como se constatará com facilidade, o repórter não ofendeu ninguém. Pelo contrário, foi ofendido.
“O uso de supostos repórteres para provocar adversários ou, por outro lado, tentar promover o candidato Fernando Haddad não é inédito nesta eleição. Na última quarta-feira (26), após caminhada de Haddad por Santana, na zona Norte, um rapaz a serviço do PT se misturou aos jornalistas presentes e passou a simular perguntas claramente favoráveis ao candidato. O episódio risível foi registrado pela imprensa”, segue a nota do tucano, que está desde já convidado a visitar esta redação e conferir os registros profissionais de todos no Ministério do Trabalho e Emprego. 
Duvidar de profissionalismo, aliás, é no mínimo estranho para alguém que se recusa, desde o início do processo eleitoral, a divulgar a agenda de campanha a veículos de imprensa que não lhe soem agradáveis. O chefe de comunicação do tucano, Fábio Portela, refutou todos os pedidos apresentados. De lá para cá, ele não permite que os compromissos diários do candidato sejam divulgados, como fez hoje, o que vem impedindo a cobertura jornalística nos mesmos moldes daquilo que se faz com as atividades de Celso Russomanno (PRB) e Fernando Haddad (PT). Na nota, o tucano classifica a RBA como um “órgão de propaganda sindical e partidária”.
“A Editora Gráfica Atitude, responsável pela Rede Brasil Atual, é uma empresa privada que presta serviços de comunicação e pratica jornalismo”, afirma Paulo Salvador. 
A editora, assinala o diretor, foi criada com o intuito de proporcionar acesso a informação aos trabalhadores representados por cerca de 50 entidades sindicais que apoiam o projeto. "O projeto inclui veículos rádio, jornal impresso, a Revista do Brasil, além do portal. Nosso projeto editorial não está associado a partidos, mas à defesa da democracia e da cidadania. E nosso conteúdo é movido a jornalismo."



Publicado em 28/09/2012, 20:10

Análise:
Quando o repórter pergunta se o "Coiso" só responde perguntas favoráveis feitas pelo PIG, ele teve xilique... 
Na realidade mostra o tipo de liberdade de imprensa que ele defende!

Baader-Meinhof Blues- Atualissíma


Legião Urbana


A violência é tão fascinante
E nossas vidas são tão normais
E você passa de noite e sempre vê
Apartamentos acesos
Tudo parece ser tão real
Mas você viu esse filme também.
Andando nas ruas
Pensei que podia ouvir
Alguém me chamando
Dizendo meu nome.
Já estou cheio de me sentir vazio
Meu corpo é quente e estou sentindo frio
Todo mundo sabe e ninguém quer mais saber
Afinal, amar o próximo é tão demodé.
Essa justiça desafinada
É tão humana e tão errada
Nós assistimos televisão também
Qual é a diferença?
Não estatize meus sentimentos
Pra seu governo,
O meu estado é independente.
Já estou cheio de me sentir vazio
Meu corpo é quente e estou sentindo frio
Todo mundo sabe e ninguém quer mais saber
Afinal, amar o próximo é tão demodé.
Análise:
Ontem estavamos voltando de Pirenópolis (GO) e escutei essa música no carro, tem uma parte da letra que diz: 
"Essa justiça desafinada
É tão humana e tão errada"

O que me remeteu ao Julgamento da AP 470 pelo STF...

Letra atualíssima!

Mais uma vez... 

André Vargas: Eleições municipais aumentarão participação do PT nas capitais e grandes centros


Secretário de Comunicação do PT tem expectativa positiva para os resultados eleitorais do Partido em 2012


As eleições municipais de 2012 deverão aumentar a participação do PT nas capitais e nas cidades mais importantes do Brasil. A informação é do secretário nacional de comunicação do PT, deputado André Vargas.
“Nas cidades que tem segundo turno o PT está presente com força, com energia, estamos convencidos que nas eleições em São Paulo, maior dos centros e no Rio de Janeiro, nós temos uma aliança vencedora. Vamos vencer no primeiro turno em Goiânia, estamos bem posicionados em Salvador que é uma capital importante, em Fortaleza há um crescimento grande, João Pessoa as pesquisas apontam que estamos muito bem e também em Minas Gerais uma eleição absolutamente polarizada, onde qualquer resultado pode ocorrer”.
André Vargas disse ainda que o PT está preparado para ir ao segundo turno, para vencer as eleições juntamente com seus aliados porque o objetivo do PT não é que só o Partido vença.
“Queremos vencer e queremos derrotar o projeto neoliberal do PSDB e dos Democratas. Aquela oposição que não se conforma de ver trabalhadores governando, com essa visão popular e também que nossos aliados vençam como é o caso de cidades onde nós estamos apoiando”, ressaltou André Vargas citando o caso de Manaus com a senadora Vanessa Grazziotin,  de Florianópolis onde o PT apoia aliados. 
Na avaliação do parlamentar o segundo turno será de muitas emoções e fortalecimento da base aliada.
Vargas convocou a militância para reagir contra as conspirações em véspera de eleição e aos ataques sistemáticos por parte da imprensa que está sendo usada até como porta voz de uma elite que não quer ver o crescimento e o fortalecimento do Brasil.
(Fabricia Neves e Neide Freitas – Portal do PT)

Análise:
Mais uma vez os jornalões do PIG erra ao falar que o PT saírá enfraquecido deste processo eleitoral.

Historiador Eric Hobsbawm morre aos 95 anos

O historiador britânico Eric Hobsbawm

R.I.P.

São Paulo - O historiador Eric Hobsbawm morreu nesta segunda-feira, dia 1º de outubro, após um "longo tempo doente", diz o site do jornal The Guardian. 

Nascido em Alexandria, no Egito, e cidadão britânico, Hobsbawm é o autor da trilogia "A Era das Revoluções", "A Era do Capital" e "A Era dos Impérios", sobre o período entre 1789 e 1914. Marxista de formação, também escreveu "A Era dos Extremos".

A informação sobre a morte do historiador no hospital Royal Free de Londres veio da filha dele, Julia, diz o Guardian. Nascido em 1917, Eric Hobsbawm era professor emérito da Universidade de Londres e suas convicções marxistas fizeram dele uma figura polêmica, apesar dele ter influenciado numerosos estudiosos na área da história ocidental.


Hobsbawm defendia o socialismo mesmo após o colapso da União Soviética, após o fim da Guerra Fria. De acordo com o Guardian, ele teria dito que nunca tentou "diminuir as coisas terríveis que aconteceram na Rússia", mas que ele "acreditou que um novo mundo estava nascendo em meio a lágrimas, sangue e horror" no projeto inicial do comunismo.
No Reino Unido, o historiador disse ter ficado decepcionado com a gestão de Tony Blair, que era do Partido Trabalhista.
Com sua morte, ele deixa os filhos Joshua, Julia e Andy Hobsbawm, além de sete netos e um bisneto.

Fonte: Exame

Análise: 
Marxista, um dos maiores historiadores do mundo, não há muito o que falar, somente lamentamos a falta que fará o professor, frente a esses conturbados tempos.

Descance em paz mestre!